DENUNCIE PASTORES E LIDERES
QUE NÃO TEM HONRADO 
O NOME DE CRISTO E DESSA CONVENÇÃO!




     
       
                
           

e-mail: bispojean.ibge@gmail.com 

Faça já a sua matricula, taxa única, sem mensalidades 
STNI - CONBCD
Cursos Grátis de Teologia 
Curso Básico em Teologia, Médio e Bacharel aproveite! é grátis 
 

 

Marco Feliciano pede desculpas para quem se ofendeu com suas palavras

 

O pastor considerou uma covardia usarem vídeos de mais de dez anos para denegrirem sua imagem

O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) usou o Twitter para pedir desculpa a todos que se sentiram ofendidos com as ministrações antigas que foram postadas na internet para prejudicar a imagem do pastor que enfrenta diversas acusações desde que assumiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

Antes de pedir perdão, o deputado voltou a dizer que se arrepende da forma como tratou diversos assuntos em suas ministrações antigas e disse que se fosse hoje ele usaria outras palavras para poder se expressar.

Apesar de se desculpar, Feliciano considerou uma covardia essa tática usada por seus opositores para tentar denegrir sua imagem diante da população brasileira.

“Covardia pegarem vídeos de 10, 12 e até 14 anos atrás para me ridicularizarem. Vivo em outro tempo. Querem destruir a imagem dos evangélicos”, escreveu ele.

Sobre a nova polêmica com os católicos, Feliciano lembra que o padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior chegou a declarar em uma missa que os evangélicos são otários. “Este padre por exemplo nos ofendeu, mas é passado, perdoamos e pronto.”

É esse perdão que o deputado pede na mensagem seguinte: “Peço a todos os que se sentiram ofendidos com minhas palavras antigas que me perdoem. Estamos numa luta maior e mais séria. Um abraço.”

 

Evangélicos e católicos se unem 

 

por CPI do aborto

Prioridade dos religiosos é transformar as igrejas em entidades capazes de contestar leis no Supremo

Embora divirjam na teologia, parece que deputados evangélicos e católicos conseguem andar unidos quando se faz necessário. A Chamada Bancada Religiosa da Câmara pediu nesta semana a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre aborto. Além disso, querem aprovar o chamado “Estatuto do Nascituro”, que legisla sobre os direitos do feto desde sua concepção.

O deputado João Campos (PSDB-GO), presidente da bancada evangélica, explica que essas duas propostas são uma resposta às mudanças sugeridas pelo Senado durante os estudos para a reforma do Código Penal. “Nós queremos apurar com essa CPI, o financiamento do aborto no Brasil, tanto por instituições internacionais, quanto pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Além disso, vamos investigar o comércio de produtos abortivos e as clínicas que fazem aborto”, justificou.

Com a assinatura de mais de 200 deputados, o pedido de CPI já foi entregue ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Na próxima terça (23), os evangélicos terão uma reunião com Alves para debater os dois assuntos.

O Estatuto do Nascituro foi apresentado na legislatura passada por Luiz Bassuma (PV-BA), que é espírita. Como ele não foi reeleito, a proposta foi arquivada. Retomado pelos religiosos, o projeto atualmente está na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, que deve analisar se a proposta é viável do ponto de vista financeiro. Em seguida, segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, posteriormente, para o Plenário da Câmara. “Para nós e para os católicos, a vida começa na concepção e por isso vamos lutar juntos por esse direito”, explica o deputado Campos, comemorando que recebeu o apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.

Evangélicos e católicos também se uniram na tentativa de garantir às igrejas a competência de contestar a constitucionalidade de leis junto ao Supremo Tribunal Federal.

“Acredito que o legislador, por distração, não incluiu as representações religiosas nessa lista de entidades e por isso queremos corrigir esse erro para que as igrejas também possam entrar com Adins (Arguição de inconstitucionalidade) no Supremo. Essa também é nossa prioridade”, explica Campos.

A luta contra o aborto já uniu todos os deputados cristãos antes. Ano passado o líder católico, deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP), trabalhou com João Campos e Roberto de Lucena (PV-SP) pastor da igreja O Brasil para Cristo, na tentativa de barrar os efeitos da decisão do STF que permite o aborto de crianças anencéfalas.

Zimbaldi já se manifestou contrário ao casamento entre homossexuais e os projetos que criminalizam a homofobia. Ele apresentou, juntamente com vários outros deputados religiosos, um projeto de lei que garante às igrejas o “exercício de atos litúrgicos em estrita conformidade com os respectivos ordenamentos religiosos”.


No Brasil Evangélicos são representatividade forte nas Assembleias Legislativas – Confira

Deputados Evangélicos estão em quase todas as Assembleias Legislativas do Brasil representando uma população brasileira de fé cristã/evangélica,que vem crescendo a cada ano. Em matéria da Folha de São Paulo pelo jornalista Lourival Sant’Anna traz esta disposição dos evangélicos e sua representatividade. 

Em quase todas as Assembleias Legislativas do Brasil, o número de deputados evangélicos cuja atuação política é marcada por sua religião é bem maior que o de católicos, revela levantamento inédito do Estado. Em todos os Estados, aqueles que se declaram católicos ainda são maioria da população.

Assim como no Congresso, que tem uma frente evangélica oficial, nas Assembleias também são os pentecostais que trazem suas convicções religiosas e morais para o topo de sua agenda. É um fenômeno relativamente novo no Brasil, que resulta de uma mobilização de diversas igrejas pentecostais – principalmente a Assembleia de Deus, a Igreja Universal do Reino de Deus e a do Evangelho Quadrangular – para ocupar espaço no Legislativo, na mídia e na paisagem das cidades, com seus templos espalhados pelo Brasil (e por muitos países do mundo).

Dos Estados mais ricos e populosos, o Rio de Janeiro é o que tem a maior fatia de evangélicos militantes em sua Assembleia Legislativa: 21%, próximos dos 29% de evangélicos na população. A de São Paulo também é expressiva: 11% de deputados evangélicos militantes para 24% de pessoas que se declararam evangélicas no Censo de 2010.

A região Norte é a que tem as maiores porcentagens. A Assembleia Legislativa do Acre apresenta a maior proporção de evangélicos militantes do País: 33% – exatamente a fatia de evangélicos na população. A do Amapá vem em segundo lugar: 25% dos deputados buscam o voto dos evangélicos, que são 28% da população.

Rondônia, com 17% de deputados evangélicos militantes, e Pará, com 12%, vêm atrás. Mato Grosso do Sul, Paraná, Distrito Federal, Goiás e Espírito Santo também se destacam.

Todos os Estados têm evangélicos militantes em suas Assembleias. Em contraste, em 13 parlamentos estaduais a reportagem não detectou nenhum deputado cuja fé católica seja relevante na sua atuação política. Apenas no Rio Grande do Norte e na Paraíba há a mesma proporção de evangélicos e católicos militantes: 4% e 1%, respectivamente.

Mesmo nesses casos, a desproporção é muito grande quando se compara com o contingente de fiéis nas respectivas populações: dentre os potiguares, 76% se declaram católicos e 15%, evangélicos; dos paraibanos, 77% são católicos e 15%, evangélicos. No Estado mais católico do Brasil, o Piauí, não foi identificado nenhum militante dessa fé na Assembleia, que tem 6% de evangélicos engajados politicamente – para 10% de evangélicos na população.

Desse levantamento foram excluídos os deputados protestantes e católicos cuja religião é conhecida, mas não fica explicitada na sua busca por votos nem na sua atuação parlamentar. Esses números, obtidos por meio de entrevistas com jornalistas que acompanham de perto o dia a dia das Assembleias, pesquisas nos currículos e no noticiário, não obedecem a critérios científicos.

Mas eles dão uma noção do trabalhosistemático de algumas correntes evangélicas, que se aglutinam em organizações como a Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil (Apeb) e o Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp). Em suas reuniões e documentos públicos, essas entidades afirmam abertamente que seu objetivo é ampliar o número de representantes evangélicos nos legislativos municipais, estaduais e federal.

Em apenas três Assembleias – de São Paulo, do Paraná e de Pernambuco – há bancadas evangélicas oficiais, como a do Congresso Nacional. Nas outras, os deputados militantes evangélicos atuam como grupo de forma pontual. Por meio de articulações políticas mais amplas, eles conseguem resultados que transcendem seus números.

Feliciano – O exemplo mais recente da crescente atuação política dos parlamentares evangélicos foi a eleição de Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Pastor da Igreja Assembleia de Deus – Catedral do Avivamento, o deputado é acusado de racismo e homofobia por ter publicado declarações no Twitter sobre africanos e homossexuais.

Manifestantes protestam há mais de um mês na Câmara e em várias cidades pedindo a renúncia de Feliciano do cargo. Deputados contrários ao pastor abandonaram a comissão.

post inforgospel.com.br – com informação Folha de São Paulo - por: Lourival Sant’Anna-20/04/13

ALERTA A NAÇÃO BRASILEIRA
 
Escrito por Redação    Sex, 27 de Maio de 2011 17:09

Um dos papeis da Igreja na sociedade é ser uma consciência profética capaz de ajudar a cada ser humano (entendido como um indivíduo livre e competente diante de Deus e dos homens, vivendo em uma sociedade pluralista) a discernir valores essenciais que norteiam os relacionamentos em todas as suas dimensões.

É nesse contexto que os batistas – integrantes de uma denominação cristã que, ao longo de toda a sua história, defende a liberdade religiosa, de consciência e de expressão – se manifestam para alertar sobre os perigos que a sociedade brasileira corre diante das novas conjunturas sociais aprovadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que estão sendo propaladas por leis que tramitam no Congresso Nacional e por ações promovidas pelo Executivo.

Assim, alertamos para o perigo:

• De construir uma sociedade em que a legalidade pode ser estabelecida pelos interesses políticos e inclinações pessoais, como ocorreu no caso da releitura contraditória feita pelo STF do artigo 226 da Constituição Federal. O artigo diz:

“Art 226 - A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
(...)
§3o – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
§4o – Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
§5o – Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

Quando uma casa que tem como principal missão defender a Constituição a rasga, corremos o perigo de viver um Estado jurídico de exceção, ao qual a nação brasileira não deseja retroceder.

• De destruir o conceito de família (que não é só cristão, mas universal e multicultural) para reconstruí-lo sob a égide somente da afetividade e não em toda a dimensão de suas funcionalidades como base da sociedade.
• De criar uma sociedade em que os valores essenciais são relativizados, pois onde tudo é relativo nada sobra para apoiar os alicerces do nosso futuro.
• De viver em uma sociedade que abandona os valores divinos revelados nas Escrituras Sagradas, pois a História, desde os tempos bíblicos, têm demonstrado que sociedades que abandonaram os valores mais elementares implodiram por perderem os seus pilares sustentadores – ainda que tenham sido, em algum momento, grandes potências no contexto universal.

Tais atitudes nada mais são do que a iniqüidade institucionalizada. Assim, conclamamos a sociedade brasileira a continuar mostrando que existem opiniões divergentes. Sem discriminação e com respeito a cada indivíduo, tais manifestações visam a defesa de valores pessoais e sociais, com integridade. Somente quando todos os segmentos da sociedade se expressam é que as forças políticas de nossa nação se sensibilizam para obviedade dos valores essenciais, como no caso recente da decisão de nossa presidente, Dilma Rousseff, ao impedir a distribuição do chamado “kit contra a homofobia ” nas escolas públicas.

Curitiba, 27 de maio de 2011

Pr. Paschoal Piragine Jr.
Presidente da Convenção Batista Brasileira.

Fonte: Nossos colegas da Convenção Batista Brasileira 
www.batistas.com 

Obrigatoriedade de apresentação
da declaração do Imposto
 
de Renda, RAIS, DIRPF, DIPJ e DCTF


 

 

1

Obrigatoriedade de apresentação
da declaração de Imposto de Renda



ATENÇÃO SENHORES PASTORES
 
E DIRIGENTES DE IGREJAS


Já está disponível o DIRPF/2011 – programa para as igrejas, associações, creches, etc isentas fazerem suas declarações de imposto de renda.

O prazo de entrega: A DIRPF 2011 pode ser apresentada até 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de Brasília, de 29 de abril de 2011.Não deixe de fazer sua declaração para não pagarem multa.

http://www.receita.fazenda.gov.br/

 

2

Obrigatoriedade 
de apresentação da RAIS



PARA IGREJAS


RAIS – RELAÇÃO ANUAL DE INFORMAÇÕES SOCIAIS

Todas as Igrejas, tendo ou não funcionários, estão obrigadas
as fazer esta declaração.

Prazo:ATENÇÃO!

O prazo legal de entrega da declaração RAIS ano-base 2010 encerrou-se em 28 de fevereiro de 2011. As declarações enviadas após esta data serão consideradas fora do prazo legal.

Para os municípios que se encontram em situação de calamidade pública em função das catástrofes ocorridas por motivo das fortes chuvas do início do ano em curso, o prazo de entrega da declaração da RAIS foi prorrogado para até o dia 25 de março de 2011, conforme Portaria nº 228, de 8 de fevereiro de 2011, publicada do DOU em 09/02/2011.

Obs: caso a Igreja perca este prazo, deve preencher a RAIS o mais rápido possível, para evitar complicações futuras.

www.rais.gov.br

 

3

Obrigatoriedade 
de apresentação da DCTF



PARA IGREJAS


DCTF – DECLARAÇÃO DE DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS FEDERAIS.

Todas as Igrejas e Associações estão obrigadas a apresentação desta declaração.

Qual o prazo para apresentação da DCTF?

As pessoas jurídicas devem apresentar a DCTF até o 15º (décimo quinto) dia útil do 2º (segundo)

mês subsequente ao mês de ocorrência dos fatos geradores, inclusive nos casos de extinção,

incorporação, fusão e cisão total ou parcial. 

PENALIDADE - A falta de entrega implicará em uma multa de R$. 500,00.

 http://www.receita.fazenda.gov.br/Principal/Informacoes/InfoDeclara/declaraDCTF.htm

 

4

Obrigatoriedade 
de apresentação da DIPJ



PARA IGREJAS E ASSOCIAÇÕES

 

DIPJ = DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS  DA PESSOA JURÍDICA

Todas as Igrejas e Associações estão obrigadas  a apresentação  desta declaração.

PRAZO:  30 de junho 2009, às 20:00 horas.

PENALIDADE - A falta de entrega desta declaração implicará em uma multa de R$. 500,00 e inatividade do CNPJ.

http://www.receita.fazenda.gov.br/Principal/Informacoes/InfoDeclara/declaraDIPJ.htm

 
 

 

POPULAÇÃO DE EVANGÉLICOS NO BRASIL.

Fonte: IBGE
Análise e Gráficos: SEPAL Pesquisas


Fontes de Dados: O IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é uma fonte confiável de dados sobre a população evangélica devido às suas boas pesquisas. Durante a década de 90, importantes estudos acadêmicos e sociológicos que confirmam a validade dos dados do IBGE, foram publicados pelo ISER, Instituto de Estudos da Religião, do Rio de Janeiro e pelo Departamento de Sociologia da USP em São Paulo.

Temos que reconhecer que os dados do Censo não respondem a todas as perguntas. Por exemplo, quais grupos étnicos já foram alcançados com o Evangelho e quais não? Quantas igrejas locais já foram implantadas e onde se localizam?  Porém, enquanto a Igreja brasileira se organiza para fazer sua própria pesquisa, muitas conclusões e observações podem ser feitas com base nos dados já existentes que ajudam a estabelecer alvos e planejar o trabalho na obra de alcançar o nosso Brasil com o Evangelho de Jesus Cristo.

Nos últimos anos, a Sepal Pesquisas e o Projeto Brasil 2010 levantaram informações em algumas cidades brasileiras. Visite o site www.brasil2010.org para ler os relatórios.

As informações a seguir foram baseadas nos dados do IBGE dos Censos de 1980, 1991 e 2000. Para pesquisar pessoalmente os dados sobre os grupos religiosos do Brasil, você pode visitar a página do IBGE na Internet (www.sidra.ibge.gov.br).

O Crescimento da Igreja Evangélica no Brasil:

 

Agradecemos a Deus pelo extraordinário crescimento que Ele tem dado à Igreja Evangélica no Brasil! A Igreja cresceu mais que o dobro do ritmo da população durante mais de 20 anos. De 1970 até 1980 a Igreja cresceu 5,06% ao ano enquanto a população cresceu 2,48% ao ano. De 1980 a 1991, este crescimento continuou numa taxa semelhante, apesar do crescimento da população diminuir um pouco (5,18% ao ano - Igreja e 1,93% ao ano - população). De 1991 a 2000, a diferença entre o crescimento da população e o crescimento dos evangélicos aumentou; o crescimento dos evangélicos chegou a superar em quatro vezes o crescimento da população do país (7,43% ao ano - Igreja e 1,63% ao ano – população).

Este gráfico mostra o crescimento dos evangélicos e da população no Brasil de 1980 a 1991 e de 1991 a 2000. Como pode perceber, existem variações regionais, mas o país como um todo tem mostrado pouca mudança no seu ritmo de crescimento durante este longo período. Também pode ser notado que o ritmo de crescimento da Igreja aumentou em todas as regiões.

 

 

 

O Tamanho da Igreja Evangélica Brasileira:

Então quantos evangélicos temos no Brasil? Em 1970, o Censo constatou uma população evangélica de 4,8 milhões; em 1980 foi de 7,9 milhões; em 1991 foi de 13,7 milhões; e em 2000 foi de 26,1 milhões. Este gráfico mostra que, se o crescimento constatado entre 1991 e 2000 continuar, a população evangélica brasileira chegará a aproximadamente 55 milhões no ano 2010.

E se o crescimento continuar neste ritmo, a igreja evangélica do Brasil alcançará 50% da população no ano 2022.


Este mapa mostra a taxa de crescimento anual dos evangélicos obtida nos Censos de 1991 e 2000, em cada estado do país. O Estado de Roraima tem a taxa de crescimento (TCA) maior do que qualquer outro estado, 13,41%.  O Rio Grande do Sul se destaca como o estado com a menor taxa de crescimento (TCA) do país, 3,15%.

Em toda a região Sul o crescimento dos evangélicos foi somente 4,32% comparado com um crescimento geral do país de 7,43%.

Oremos pela Igreja dessa região e louvemos a Deus pelo crescimento saudável da Igreja Evangélica Brasileira em taxas quatro vezes maiores que a taxa de crescimento da população durante a última década.


A presença evangélica no país não é igual em todas as regiões. A Região Nordeste está muito atrás do restante do país em termos de presença evangélica. De fato, em 2000, a porcentagem de evangélicos naquela região era somente 10,26% enquanto a média para o país inteiro era 15,41% de evangélicos.

Comparando-se as regiões do Brasil, a região Nordeste tem a menor porcentagem de evangélicos do país. Oremos pela Região Nordeste.

Para 2005, este seria o mapa da porcentagem de evangélicos na população em cada estado do Brasil usando uma projeção baseada no crescimento verificado entre 1991 e 2000. Observamos 4 estados com médias acima de 30%.

Nota-se que a região Nordeste continua sendo a região com menores índices e o estado do Piauí o único com índice inferior a 10% de evangélicos.

 

 

 

CONCLUSÃO


Temos muitos motivos para louvar ao Senhor, e também muito trabalho ainda para fazer.

Se você precisar dos nomes desses municípios ou mais informações relacionadas a esta pesquisa, entre em contato com:
Sepal - Departamento de Pesquisas
F: 11 5523-2544
pesquisas@sepal.org.br

A população Evangélica.

Evangélicos sobre o total da população:
       
     

15%

       
   

9%

 
 

6%

   

3%

     

1940

1970

1990

2000

Igrejas e seus números:
 

Igrejas:

Universal do Reino de Deus

Internacional Graça de Deus

Renascer Em Cristo

Sara NossaTerra

Fundação 1977 1980 1986 1992
Fiéis em 1991

268.000

100.000

10.000

3.000

Fiéis em 2001

2.000.000

270.000

120.000

150.000

Templos 7.000 900 400 350
Pastores 14.000 1.500 1.000 1.100
Igrejas:

Congregação Cristã Brasil

Assembléia De Deus

Evangelho Quadrangular

Deus é Amor

Fundação 1910 1911 1951 1962
Fiéis em 1991

1.600.000

2.400.000

303.000

170.000

Fiéis em 2001

2.200.000

4.500.000

1.000.000

750.000

Templos 14.300 22.000 6.300 5.000
Pastores 18.700 21.000 12.500 9.000
Igrejas:

Luterana

Presbiteriana

Batista

Adventista

Fundação 1824 1859 1889 1895
Fiéis em 1991

1.000.000

498.000

1.500.000

706.000

Fiéis em 2001

930.000

500.000

1.800.000

1.100.000

Templos 3.108 3.000 10.000 3.235
Pastores 1.550 2.500 10.000 1.500


 




Diga não a Pedofilia!


Denuncie disque 100.

O CFDH – Conselho Federal de Defesa dos Direitos Humanos - ONG, Organização da Sociedade Civil – CNPJ. 09.040.998/0001-22, Publicado no DOU - Diário Oficial da União Nº49 de 13/03/2009 port.01/09 seção 3 pag. 135. ISSN. 1677-7069, Registrado no Cartório Civil de Títulos Comarca de Itaparica, inscrito no código da atividade econômica principal Nº 94.30-8-00 – (Atividade de Associações de Defesa de Direitos Sociais), cadastrado na RNDH – Rede Nacional dos Direitos Humanos, nos termos do decreto 3.637 de 20/10/2000, respaldado pela Assembléia Geral das Nações Unidas, na Resolução 53/144, de 09 de Dezembro de 1998, protegidos pelo decreto 6.044 de 12 de fevereiro de 2007, CONVOCA A SOCIEDADE CIVIL E AS IGREJAS EVANGÉLICAS PARA COMBATER E DENUNCIAR OS CRIMES DE PEDOFILIA E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS DE-ADOLECENTES.
O CFDH-ONG esta fazendo várias campanhas preventivas de combate a pedofilia, intolerância religiosa, racismo, abuso de autoridade, abuso de poder, discriminação sexual, violência policial e tortura, DENUNCIANDO aos órgãos competentes estes crimes que tiram e afrontam a dignidade do cidadão.



CONBCD FAZENDO 
MISSÃO NO BRASIL
E NO MUNDO.
 
CONTRIBUAM COM OS NOSSOS
TRABALHOS SOCIAIS
 
 

DISK 100